quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

É FALSA A NOTÍCIA QUE ANGOLA PROIBIU O ISLAMISMO


É FALSA A NOTÍCIA QUE O ANGOLA PROIBIU O ISLAMISMO

Vejamos o que o blog "Lei Islâmica" revela: 

Não, Angola não "proibiu o islão." Mas os muçulmanos se fazem de vítima assim mesmo.

"Algumas pessoas têm elogiado Angola por ter banido o islão. Esta notícia não é verdadeira, tendo sido desmentida por diversas autoridades do governo de Angola (Daily Maverick, International Business Times).

O que está acontecendo na prática é que existe uma lei em Angola segundo a qual o governo de Angola apenas reconhece uma organização religiosa que tenha mais do que 100 mil adeptos, ao passo que os angolanos muçulmanos são 90.000 (em um a população de 18 milhões). De acordo com um relatório, o Ministério da Justiça de Angola, no mês passado indeferiu os pedidos de 194 organizações, incluindo o pedido da comunidade islâmica (Times of Israel; Guardian)

Este fato está sendo usado pelo mundo islâmico para fazer o que eles mais gostam de fazer: SE FINGIREM DE VÍTIMA, independente se a notícia for verdadeira ou não (veja mais exemplos aqui).

Isso é takkyia em ação!

Angola não está banindo o islamismo, e isso é um fato. Outros fatos são:

a lei islâmica impõem condições draconianas para outras religiões, por exemplo, condições especiais de inferioridade para cristãos e judeus (e para as outras religiões é conversão ou morte). 
Não-muçulmanos (cristãos ou não) são perseguidos ferozmente no mundo islâmico e igrejas e templos são destruídos às dezenas todos os anos. 

Em vários países islâmicos é proibida qualquer expressão de religiosidade que não seja o islão (por exemplo, Arábia Saudita)Quem é o perseguidor e quem é a vítima?

Hoje, de acordo com muitos, vive-se o período de maior perseguição aos cristãos na história. As estimativas variam, mas são todas muito altas: entre 100 a 200 milhões de cristãos enfrentam perseguição de alguma forma. A perseguição não é apenas nos bastidores de disputas étnicas locais, mas muitas vezes é a ação direta tomada contra as pessoas especificamente por causa de suas crenças religiosas (Defining Ideas).

Se fazer de vítima é muita hipocrisia, mas este é o comportamento dos muçulmanos porque foi isso o que Maomé fez para justificar a sua violência (e Maomé, lembrem-se, é o exemplo de conduta).

Nesta caso de Angola, é importante ficarmos atentos para não cairmos nesta tática dos islâmicos, propagada pela mídia internacional que gosta de mostrar os muçulmanos como vítimas. Os muçulmanos são mestres em reivindicar a condição de vítima sempre que for possível, pois eles acham que isso ajuda a propagação do islão (takkyia). 

Eu quero levar as pessoas a olharem para as evidências que foram "alimentadas" pela imprensa. Se vocês fizerem uma pesquisa na internet com as imagens da “mesquita sendo destruída” pelos angolanos, uma imagem usada pela imprensa como prova do que esses “angolanos desagradáveis estão fazendo com os pobres muçulmanos”, vocês verão que a mesma imagem tem sido utilizada como "prova" de ataques falsos feitos sobre os muçulmanos ao redor do mundo. Por exemplo, vejam as duas imagens abaixo. Elas são as mesmas, para dois eventos que teriam acontecido em tempo e lugares diferentes. O primeiro, teria ocorrido em 2009, onde os judeus teriam destruído uma mesquita em Gaza (bcupalestinasociety). E o segundo seria a demolição de uma mesquita em Angola (Muslim Mirror). A mesma foto! "

Sendo assim, então, não há muito mais a dizer. Lembremos que realmente os muçulmanos são conhecidos por prender e matar quem não é islâmico além de brigarem entre si. Uma figura boa de lembrar é o 11 de setembro nos EUA para fixar essa tamanha crueldade deles. 

Podemos lembrar da intolerância ao ateu Aan, àquele cristão assassinado por ser católico, aquela família budista que foi inteira assassinada simplesmente por serem budistas. Fora a famosa guerra da Faixa de Gaza.

Ateu Poeta
O QUESTIONADOR
04/11/2013

http://infielatento.blogspot.com.br/2013/11/Angola-bane-o-islao.html


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